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The Journey of Bennetsen 989

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Project Brainwave: Microsoft Lança Plataforma Dedicada à Inteligência Artificial

Lições Novas Ferramentas Por ventura Disponibilizadas Na EBEJI


Pense ligeiro sobre isto um ótimo chefe que você teve no decorrer de sua carreira. O que o tornava ótimo? Há grandes oportunidades de você ter pensado em um chefe que o apoiava. Por ventura, era bem como alguém que o ajudava a assimilar e a amadurecer. Um bom líder faz sua equipe evoluir ao dar desafios difíceis, contudo bem como a socorro a ser bem-sucedida nesses desafios. Para expressar a respeito do assunto, FORBES entrevistou Whitney Johnson, teórica de inovação e disruptura, executiva, coach de performance, estrategista e autora do livro aclamado pela crítica “Build an A Team” (“Monte um Time de Elite”, em tradução livre).


A obra, que ainda não tem edição em português, foi publicada pouco tempo atrás pela Harvard Business Press. FORBES: Por que você considera este livro particularmente fundamental nos ambientes de serviço de hoje? Whitney Johnson: Frequentemente, empresas perdem seus principais talentos por causa de não entendem que cada pessoa em teu time é uma máquina de aprendizado.


Funcionários querem o estímulo de não saber como fazer algo, assimilar como fazer, domar o cenário e, sendo assim, estudar qualquer coisa novo. Nós desejamos aprender. Avançar. E repetir. A minha própria história ilustra isso. Fui analista de equity por oito anos. Contudo sempre adorei de mentoria e coaching e, certa vez, perguntei a meu líder sobre isto mudar para um caminho administrativo. Ao invés de me apoiar, ele desdenhou de meu pedido.



Ao espiar para trás, porventura, poderia feito de maneira desigual, porém o caso é que eu tinha uma performance impressionante e era hora de fazer alguma coisa novo. E a resposta foi “não”. Eu me demiti no mesmo ano. Este episódio acontece diariamente em ambientes de trabalho ao redor do mundo. Tem custado tempo e dinheiro das instituições. Sem mencionar que você se torna “o chefe”, aquele para quem ninguém quer trabalhar.



F: Em seu livro, você faz uma conexão entre disruptura pessoal e engajamento de funcionários. Como as duas coisas estão ligadas? WJ: É Só Clicar No Botão Abaixo , nos Estados unidos, somente 33% dos funcionários estão engajados em seus trabalhos e, mundialmente, só 15%. Em companhias que praticam a disruptura pessoal, indicativos iniciais são de que esses números são reversos. Como por exemplo, uma corporação que nós pesquisamos mostra níveis de engajamento de 93%, e 97% se empolgam com seu trabalho.


Esse é só um ponto de análise no que diz respeito a engajamento, porém é um indicativo. Nossa pesquisa mostrou que os funcionários são mais engajados quando estão no melhor ponto de tua curva de aprendizado, aquela seção central em que eles deixaram de ser estreantes e, sem demora, aprendem mais rápido, crescem e começam a compreender suas responsabilidades. Uma empresa que encoraja a disruptura pessoal, permitindo que seus funcionários se movam pra novos cargos, trabalhem em tarefas de crescimento e continuem a aprender, tem funcionários felizes, produtivos, motivados e engajados. Vive Com Fome E Amargura? : Como você definiria disruptura pessoal? WJ: Em 2015, publiquei “Disrupt Yourself” (“Faça a sua Disrupção”, em tradução livre).


F: Como um fantástico gestor pode ajudar os membros de teu time a se engajar em disruptura pessoal? WJ: Ótimos chefes permitem, encorajam e até requerem que sua equipe caminhe em sua curva pessoal de aprendizado. F: A maioria das pessoas se sente exausta com o ritmo de alteração e a ambiguidade em tuas instituições.


A última coisa a respeito da qual quer ouvir é disruptura. Como o teu livro podes ser uma fantástica ferramenta pra pessoas trabalharem no ambiente disruptivo que os cerca? WJ: Podes parecer contraintuitivo, contudo a nossa infraestrutura de disruptura pessoal na realidade socorro as pessoas a acalmarem os mares de transformação e volatilidade constantes no local de trabalho. Isso porque apresenta a indivíduos e chefes uma indicação dentro da companhia que trilha a trajetória para a alteração intencional, transformações que conseguem ser controladas e administradas.


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